Rafael Menezes
Cuida da arquitetura dos sistemas e das decisões de fundo. Quinze anos escrevendo back-end.
Quem somos
A Arquivo Matriz nasceu em 2014, na Avenida Paulista, da vontade de fazer software que dura mais do que o entusiasmo do primeiro mês. Somos doze pessoas e gostamos de manter assim.
A origem
Os primeiros três anos foram quase só manutenção de sistemas que ninguém mais queria tocar. Aprendemos a ler código alheio, a entender por que uma decisão técnica fazia sentido em 2009 e não fazia mais — e a respeitar quem veio antes.
Esse hábito ficou. Antes de propor um sistema novo, perguntamos se o que existe não pode ser ajustado. Reescrever do zero é a opção mais cara e a que mais costuma dar errado. Quando recomendamos, é porque pesamos as duas saídas com o cliente.
Hoje atendemos empresas de logística, serviços financeiros e saúde. O perfil mudou; o jeito de trabalhar, não. Continuamos entregando em ciclos curtos, documentando o que fazemos e deixando o cliente capaz de tocar o sistema sem nós, se um dia quiser.
Princípios
Quem assume o projeto depois de nós precisa entender o que está ali. Documentação e nomes claros não são luxo; são parte da entrega.
Não inventamos data para fechar contrato. Estimamos junto, mostramos a conta e avisamos cedo quando algo escapa do previsto.
Você é dono do código e da infraestrutura. Se decidir seguir sozinho, entregamos tudo organizado, sem amarras escondidas no contrato.
Quando a melhor resposta é não fazer, dizemos. Recusar um projeto que não vai dar certo poupa o dinheiro do cliente e a nossa reputação.
Conversamos com quem vai operar o sistema todos os dias. A tela mais bonita perde para a que resolve a tarefa em menos passos.
Projeto entregue não é projeto esquecido. Boa parte dos nossos clientes está conosco há mais de cinco anos, e isso é proposital.
Pessoas
O time inteiro tem doze pessoas. Estas quatro respondem pelas frentes principais e costumam ser o seu ponto de contato.
Cuida da arquitetura dos sistemas e das decisões de fundo. Quinze anos escrevendo back-end.
Transforma dados espalhados em painéis que o time de negócio entende. Gosta de uma boa modelagem.
Responsável por nuvem, implantação e monitoramento. Defensor do provisionamento como código.
Conduz pesquisa e protótipos. Faz a ponte entre o que o usuário precisa e o que o time constrói.
Preferimos um sistema simples que a equipe entende a um sistema sofisticado que só funciona enquanto estamos por perto.
Como pensamos a engenharia
A primeira conversa é só para alinhar contexto e expectativas. Sem compromisso, sem roteiro de vendas.